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Em 1.531: Abyssinian–Adal war: The Adal Sultanate seizes southern Ethiopia. (Wikipedia)
Tenho o combate da série Bayonetta em tão alta conta que o consideraria entre os cinco melhores sistemas de combate de todos os tempos, ao lado dos jogos Devil May Cry, God of War, Ninja Gaidene Batman Arkham. É simplesmente incrível de ver, é igualmente incrível de jogar e está repleto de oportunidades de estilo e criatividade graças à ampla variedade de armas insanas à sua disposição. Bayonetta 3 só consolida ainda mais seu legado, surgindo com uma sequência surpreendente, pois na verdade assume muitos riscos ao mudar sua fórmula consagrada na tentativa de revitalizar um sistema de combate que evoluiu apenas um pouco entre os dois primeiros jogos. Felizmente, esses riscos valem a pena. Bayonetta 3 é uma sequência revigorada, com ideias novas que dão ousadia ao seu combate de 13 anos, uma variedade impressionante ao longo de sua campanha de 10 a 12 horas e mais daquele estilo sexy característico de Bayonetta que torna a série única.
O maior ponto forte de Modern Warfare 2 é não ter um truque, porque ele não precisa de nenhum. Tudo o que Modern Warfare 2 precisa ser é um ótimo jogo de tiro, e ele entrega. Este é o Cal
O maior ponto forte de Modern Warfare 2 é não ter um truque, porque ele não precisa de nenhum.
Tudo o que Modern Warfare 2 precisa ser é um ótimo jogo de tiro, e ele entrega. Esta é a experiência Call of Duty desconstruída, reconsiderada e obsessivamente otimizada ao longo de 15 anos ininterruptos de iteração. Sei que estou jogando um Black Ops porque ele tem modos de arcade esquisitos e a versão mais recente de Nuketown. Sei que estou jogando um Modern Warfare porque o tiro é tão bem ajustado que dá vontade de levar minha build do Gunsmith para jantar. A Infinity Ward dominou oficialmente a gratificação instantânea de mirar e eliminar alvos.
Isso ajuda muito, embora algumas das maiores apostas de Modern Warfare 2, como a progressão reformulada e uma campanha que mistura gêneros, sejam menos elegantes. Ele também sofre com uma interface obtusa, crises de travamentos, bugs estranhos e a ausência inexplicada de recursos básicos como o acompanhamento de estatísticas. Mas, no conjunto, é um bom ano para Call of Duty.